Perfil

Mais um pouco sobre mim.

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Sou Lurdinha Henriques, professora de Português-Literaturas da rede estadual de ensino médio e atuei na rede privada e no Sindicato de Professores. A partir de 1983, atuei na administração pública, quando da criação dos CIEPs; fui diretora do Departamento Geral de Ensino da Secretaria Municipal de Educação e secretária municipal de educação do Rio. Posteriormente, presidi a Fundação Escola de Serviço Público, hoje CEPERJ, órgão do governo do Estado do Rio de Janeiro. Atuei na área de transportes da Prefeitura do Rio. Fui secretária de educação de Duque de Caxias, de 2009 a 2010.

Propostas

Minhas principais propostas.

Mandato

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Como deve ser um mandato do século XXI?

A construção de um mandato deve refletir a lógica da necessidade da sociedade que pretende representar. E a sociedade, hoje, exige algumas coisas: competência, credibilidade, confiabilidade, transparência e compromisso com as políticas públicas para melhorar a vida da população. Exige, também, participação efetiva do cidadão. Os instrumentos existem e estão à nossa disposição.

Basta fazer. É o que me proponho a fazer, é o meu compromisso com você. Mudar o paradigma da velha política legislativa, cuidando dos reais interesses da população, com um mandato realmente participativo, através da tomada de decisões coletiva. Não apenas informando os passos seguidos e as decisões tomadas, mas consultando e buscando consenso antecipadamente. A construção desse formato de mandato legislativo aberto, coletivo, é uma resposta de qualidade aos desafios que os novos tempos nos oferecem e a política tradicional não responde. É interessante observar que o movimento feminista lá da década de 1970 sempre pensou numa organização horizontal, como forma de contraponto à política partidária tradicional e profundamente machista. Foi difícil manter o conceito, devido à hierarquização e verticalização rígida nas principais tomadas de decisão.

Parece-me perfeitamente possível, neste século XXI de tantas contradições, construir um mandato de vereadora com base nesses princípios. Os instrumentos tecnológicos permitem e estimulam. Não faz quem não quer. Ou quem tem a perder com isso, pela transparência que o formato exige. Acreditar, querer e procurar os caminhos disponíveis. Assim faremos. Basta lembrar que, na Espanha, o Podemos, partido nacional, exercitou esse modelo. Com todas as limitações que um projeto nacional apresenta. Queremos um mandato com projetos elaborados em processo de discussão em várias dimensões: presenciais; encontros com os interessados; discussão pela internet pelas diversas opções apresentadas; audiências formais, quando for o caso. Esse modelo serve, também, para discutir a pauta de votação da Câmara Municipal, tão clandestina que ninguém sabe o que ali se decide.

O parlamentar tem obrigação de posicionar-se e deve fazê-lo publicamente, mas, quem sabe, numa argumentação coletiva, não redireciona sua posição pela argumentação apresentada? É assim que se constrói a melhor proposta: coletivamente. Essa palavra tem sido bem discriminada ultimamente. Tudo é pessoal e de interesse próprio. Precisamos urgentemente superar esta etapa. Mas não é só isso. Que tal os eleitores sugerirem questões a serem discutidas ou transformadas em leis ou outro tipo de instrumento legal? Viu, é possível. Ou também uma comunidade, com problema grave e específico, precisar de um abaixo assinado para viabilizar uma demanda ou uma mobilização para fortalecer sua posição? Aí estão os instrumentos que têm renovado o Congresso Nacional com projetos oriundos da sociedade. Junte-se a nós nessa jornada. Democrática, republicana, participativa. Focada no futuro, mas lembrando do passado permissivo e desrespeitoso de que queremos nos livrar. Para o bem da população.

Educação

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Educação: Em direção ao Século XXI

Muito se discute sobre o uso da tecnologia na educação. Mas, em grande parte das ações nessa área, trata-se a tecnologia como equipamento, sem que se desdobre nas suas infinitas possibilidades de fazer o encontro entre o hoje e o futuro. O currículo da escola ainda é rígido, com divisão inflexível de disciplinas e a transdisciplinaridade, mais adequada ao mundo de hoje e ao futuro, com sua crescente complexidade, não se realiza. Essa dificuldade é que tem isolado a tecnologia como um fim em si mesmo, inútil, portanto, como meio de aprendizagem. E, o que é pior, na realidade do Rio de Janeiro, por exemplo, nem como fim funciona, porque os administradores públicos se preocupam mais com aquisições do que com as funcionalidades.

Mal comparando, é a obra sem projeto, alteração no funcionamento da cidade sem discutir qual o projeto de cidade é o mais adequado para as pessoas. As políticas públicas têm padecido de falta de projeção para o futuro. Trata-se o imediato, que, num conceito temporal, já é passado. Isto aplicado à educação é mortal para as novas gerações. Os que dizem investir nas camadas populares, ao tratarem de forma conservadora a educação, estão impedindo-as de ascenderem socialmente, porque, desprotegidas socialmente, precisam da educação escolar como um sistema compensatório de sua realidade. Sem isso, faz-se um círculo vicioso que, se repensado, poderia transformar-se num círculo virtuoso. Voltemos à questão da transdisciplinaridade.

Acho que, infelizmente, a grande maioria dos agentes públicos não tem clareza do que isso significa, não importa qual seja sua área de atuação. Cada espaço a ser ocupado na cidade precisa ser pensado também transdisciplinarmente, porque os seres humanos são múltiplos. Não somos um somatório de caixinhas fechadas. Mas seres repletos de conceitos, sentimentos que se misturam e se contradizem. Assim caminha a humanidade e assim devem caminhar as políticas públicas.

Mulher

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Combater a discriminação contra a mulher

O que você vai fazer para combater a discriminação contra a mulher? Estamos em pleno 3º milênio, e o preconceito, em suas diferentes formas, parece resistir à contemporaneidade. Os avanços que a sociedade produz nas diversas frentes, talvez por haver um sentido cada vez mais individualista na vida, não provoca o mesmo avanço coletivo na direção da compreensão e do respeito às diferenças.

No Brasil, os direitos humanos das mulheres sofreram, inclusive, ameaças nada veladas com a onda conservadora no Congresso Nacional. É fundamental que as mulheres, que são maioria da população brasileira, tenham seus direitos reconhecidos e sua luta respeitada. A crise política que atravessamos, somada à crise ética, econômica e social coloca em risco avanços já alcançados, sinalizando retrocesso. Algumas dessas ameaças circulam pelo Congresso Nacional, como dificultar o acesso à pílula do dia seguinte e o aborto de gravidez provocada no caso de estupro, assistência legal de competência dos serviços públicos de saúde.

Mas esses movimentos também provocam, como reação, a multiplicação de ações coletivas dos mais diferentes tipos, refletindo a tendência de novas formas de organização, uso da tecnologia, facetas múltiplas de luta que têm a ver com o tempo que vivemos. Mulheres mais jovens, parte delas criadas como se a igualdade já estivesse instalada de maneira definitiva, percebem que não é bem assim. O mercado de trabalho, ampliado sim, não iguala salários e a participação em carreiras mais lucrativas é majoritariamente masculina. As mulheres ainda ocupam a base da pirâmide salarial. Sua maior escolaridade as leva a ter sucesso nas carreiras públicas, acessadas por concurso, mas não lhes garante a ascensão a cargos mais altos. Contam-se nos dedos as mulheres em cargos executivos de ponta. Chega a ser constrangedor. Por tudo isso, os grupos de lutas específicas se multiplicam. Infelizmente, a violência contra a mulher tem retomado sua força. Deve ser entendida como crime e ser assim combatida. Seu uso como forma de controle é violação dos direitos humanos e limita o desenvolvimento das mulheres, destruindo sua dignidade.

Quando a mulher desperta para a gravidade da situação a que está submetida e procura ajuda descobre que, em muitos casos, corre o risco de ser novamente tratada como se fosse culpada. A sociedade precisa estar alerta para a vitimização pela segunda vez dessa vítima. E não se deixar arrastar por comentários maliciosos que, na verdade, reproduzem o preconceito que deu início ao processo. Há algumas coisas a serem feitas e que podem ajudar na mudança de mentalidades, na percepção antecipada dos sintomas de agressão, e, portanto, prevenir o seu avanço. A identificação dessas questões pode ser feita na escola, através do comportamento dos filhos e da própria vítima; pode ser feita na visita de rotina ao Posto de Saúde; pode ser feita pelo Conselho Tutelar, pela Clínica da Família. Para isso, informação compartilhada, capacitação periódica dos agentes e campanhas de esclarecimento à população. Conversa, conversa e conversa. Com servidores, com as famílias, com a sociedade. O combate a qualquer tipo de discriminação só acontece se todos se unirem e se organizarem. As mulheres estão fazendo isso e ocupando todos os espaços. Os governos e os parlamentares estão fazendo o quê?.

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